quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Histogramas parte 4
Para terminar a questão dos histogramas (por agora), não porque o assunto se esgotou, mas para avançar para outros tópicos vamos analisar três imagens com base no seu histograma para melhor compreender o assunto. Nenhuma delas é perfeita tecnicamente. Na primeira podemos ver um amontoado exagerado de pixeis do lado esquerdo do histograma e sem registos nos tons mais claros na escala. O resultado é uma imagem subexposta. A fotografia do meio, a mais equilibrada das três não está isenta de problemas notando-se perfeitamente um pico de pixeis nos valores mais próximos do valor 255, zonas das altas luzes, o que nos indica perca de informação nestas áreas. A terceira foto está declaradamente sobreexposta com muita perca de valores nos meios tons e sombras. Até àpróxima!
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Histogramas parte 3
Cá estou novamente para vos falar de histogramas. Já sabemos agora que não devemos avaliar uma imagem só pelo histograma pois em última análise está a nossa interpretação da cena. E este é o factor mais importante na minha opinião. Com o tempo e a experiência podemos confiar mais na nossa visão do que nos sensores da máquina. Se as máquinas fossem tão boas como nós, não havia controlos manuais e era tudo automático! Pois é, gasta-se centenas de euros em tecnologia mas se queremos tirar uma fotografia e queremos um registo como nós o interpretamos correctamente temos de o fazer manualmente! É o método mais seguro pois nem sempre a máquina ajuiza correctamente. Contudo há dicas importantes que o histograma pode dar e que não devem ser ignorados, mas volto a frisar que não deve ser visto como uma referência absoluta. No histograma acima mostrado vemos que no valor máximo, 255, existem um número elevado de pixeis. É um indicador que deve requerer alguma atenção pois o valor 255 corresponde ao branco máximo e portanto não hesiste informação tonal. pode ser propositado ou o registo pode não conter informação. A linha abrupta no final do gráfico é suspeita e requer um olhar atento. Concluido, o histograma deve ser considerado um auxiliar de análise mas não substitui o olhar experiente de um profissional. Até breve.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Histogramas - Parte 2
Retomando o assunto do post anterior sobre a questão da importância dos histogramas na avaliaçãod de uma imagem. Muitos profissionais defendem que só se baseando na representação gráfica fornecida pelo histograma temos a garantia de estarmos a tirar uma foto correcta. Bem, correcta técnicamente em termos de uma equilibrada gama de tonaklidades é o máximo que eu posso dizer e explico porquê. Como entusiasta de fotografia e ligado ao ramo através do Photoshop digo que tal dedução é contudo alvo de muita subjectividade. Vejamos o seguinte exemplo: uma imagem tirada a uma maça sobre uma toalha branca em que a maior parte da foto é ocupada pela toalha. O histograma mostrará uma grande quantidade de pixeis nas zonas das altas luzes, portanto concentrados do lado direito. Terá um aspecto desiquilibrado, e como disse muitos ao olharem para ele dirão que algop está errado com a foto. No entanto nada está mal com a foto, simplesmente o enquadramento escolhido e as cores presentes ditaram que o histograma fosse assim. Já para não falar em fotografias artisticas em que por opcção própria escolhemos registos diferentes do habitual. Voltarei novamente a este assunto.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
O histograma
O histograma é um gráfico representativo. Diz muito sobre a nossa imagem, e muitas vezes por não saber como interpretá-lo acabamos por obter fotografias técnicamente más. Saliento técnicamente. Quando olhamos para a foto no visor da câmera ou do computador estamos a ver a interpretação desses dispositivos quanto à verdadeira imagem. A única forma de saber a verdadeira informação contida em determinada imagem é vendo-a representada graficamente. Pois o histograma possibilita-nos analisar a distribuição tonal desde o valor 0 ao valor 255. Quanto maior for o gráfico verticalmente, maior é a concentração de pixeis nesse valor. Uma concentração de pixeis do lado esquerdo significa que a imagem tem maior número de sombras. Se houver uma concentração de pixeis do lado direito poderá ser um indicador que a imagem está demasiado clara. Há muita gente que defende que os há bons e maus histogramas e que são fundamentais para tirar uma fotografia, mas na minha popinião não hesiste um histograma correcto pois está sempre dependente do tipo de imagem que se pretende tirar. Voltarei a este assunto que acho muito interessante.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Um colorido Natal
Ora aqui está um post diferente! Pois é! Hoje não vai haver nenhuma explicação técnica mas ém vez disso vou desejar a todos um santo e feliz Natal. Vou estar ausente nos próximos quatro dias mas não queria deixar de vos deixar uma mensagem Natalícia. Aproveitem para se inspirarem com a luz, as cores e a magia do Natal. Volto com novidades em breve.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Mais sobre o CMYK
CMYK é a abreviatura para as cores cyano, magenta, amarelo e preto. O termo deriva do inglês “Cyan“, “Magenta“, “Yellow” e “Key” ou chave.CMYK tem a letra “K” no final em vez de “B” (para “black“) por dois motivos: um deles é por causa que, no passado a chapa que continha a cor preta era chamada de “key plate” ou “chapa chave” pois era geralmente a chapa com maior detalhe artístico. O segundo motivo é para que seja evitado a confusão com o outro modelo de cor popular – o RGB, "red", "green", "blue", presente nos ecrãs, monitores e televisores. Embora o termo “key” não seja usado hoje em dia, para evitar confusão com a letra “B” do RGB, continuou inalterado. Em teoria, as cores cyano, magenta e amarelo quando misturadas formariam o preto, mas o resultado é tido como insatisfatório. Estas ocasiões ocorrem quando existe uma predominância de preto na imagem, e as três cores juntas podem enrugar o papel atrasando a secagem, Além do mais, utilizar tinta preta é menos caro do que utilizar 100% de cada uma das 3 cores. O sistema CMYK é usado na impressão em cores com tinta, podendo com este sistema ser impressa uma grande variedade de cores, no entanto não é um sistema tão abrangente como o RGB. Identificar a escala CMYK num impresso pode ser feito com uma lupa ou um conta-fios, identificando-se as reticulas das quatro cores.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Densitometria
Densitometria consiste no processo de medição da densidade óptica fazendo uso dessas medidas para controlar as variáveis na produção gráfica. Existem vários tipos de densitómetros: os densitômetros de reflexão, que medem a quantidade de luz refletida num ângulo de 90°; os densitómetros de transmissão medem a fracção da luz incidente conduzida através de uma transparência positiva ou negativa; os densitómetros combinados medem as densidades refletidas e transmitidas. Estes aparelhos permitem avaliar a gama tonal de originais ou cópias fotográficas, o ganho-de-ponto, o contraste, o “trapping”, a saturação, o tom, a percentagem de cinza e a eficácia das tintas. As variações de densidade durante a impressão são indicativos de desequilíbrios que podem conduzir a problemas graves. As tintas de impressão apresentam limitações que devem ser respeitadas, assim como se deve ter em conta o tipo de suporte em que se vai imprimir. A tentativa de conseguir saturação superior leva a problemas de ganho-de-ponto, emulsionamento excessivo de água em tinta e outros, resultando no inverso do esperado ou em problemas ainda piores. Os densitômetros, portanto, auxiliam na avaliação objetiva dos fenómenos relacionados com a cor e o controle dos processos de pré-impressão e impressão.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Harmonia Cromática
Poderemos considerar cores harmónicas as cores situadas nos vértices de um triângulo equilátero, de um quadrado ou de um hexágono, independentemente do seu posicionamento dentro do círculo cromático. Deve estar relacionado com o equilíbrio e a simetria de porções. O esquema ou harmonia monocromática utiliza variações de luminosidade e saturação de uma mesma cor. Estas harmonias de luz ou cor transmitem-nos ideias simples e elegantes, de fácil percepção ao observador especialmente quando se trata de tons azuis e verdes. A cor principal pode ser combinada com cores neutras ou preto e branco. No entanto pode ser difícil quando se utiliza esta harmonia, ressaltar os elementos mais importantes.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Controlar a cor
Um espaço de cor RGB abrange todas as cores possíveis que podem ser feitas a apartir das cores primárias vermelho, verde ee azul. Este é um processo adictivo de cor, pois as 3 cores juntas em igual quantidade formam o branco, que é a soma de todas. Os monitores dos computadores usam este espaço de cor, mas atenção, pois cada fabricante tem o seu próprio gamut dentro do RGB, ou seja dentro do RGB temos várias abrangências de cores. E esta é apenas um dos cuidados que temos de ter quando preparamos a arte final dos nossos trabalhos. Devemos contar também com os ajustes de brilho, contraste e saturação presentes nos ecrâs. Isto é visivel por exemplo nas lojas de televisores em que lado a lado todos apresentam cores diferentes. Inmporta por isso fazer uma correcta gestão de cor e isso passa por hardware próprio. Após uma correcta calibração do monitor, teremos que configurar correctamente os programas em que trabalhamos com os perfis de cor adequados ao tipo de trabalho que realizamos. Cada equipamento ligado ao computador deverá igualmente estar devidamente calibrado e isto aplica-se desde a máquina fotográfica até à impressora. Só assim poderemos ter alguma consistencia na cor desde que o ficheiro é aberto até à sua impressão. Muito mais há a dizer sobre este assunto que é merecedor de futuros posts.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Caracteristicas das cores
As cores tem várias caracteristicas que as definem.
O tom: É a qualidade que distingue uma cor de outra. Esta característica é resultante da proporção das cores. Por exemplo, um amarelo de um vermelho. Corresponde ao comprimento de onda dominante. Saturação:A saturação corresponde ao grau de intensidade e relaciona-se com a pureza ou a opacidade da cor. Luminosidade: Cada cor pode ter diferentes valores, de acordo com o seu grau de claridade refletida, isto significa a quantidade de luz que uma superfície tem a capacidade de refletir. Por exemplo, um vermelho claro tem um valor mais alto do que um vermelho escuro
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