quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Um pouco sobre as cores complementares
As cores complementares são as que oferecem as melhores combinações e são obtidas pela observação das cores opostas no disco das cores. Desta combinações temos resultados vibrantes e alegres. Desta maneira sabemos que cores podem combinar melhor, e prever que resultados poderemos obter, por exemplo se pretendermos soluções vibrantes ou alegres.Devemos sempre utilizar cores complementares com a mesma saturação e intensidade, isto é, o azul forte combina com o amarelo forte mas o azul forte não combina com o amarelo fraco.A cor complementar de uma cor primária é a que resulta da mistura das outras duas cores primárias. As cores análogas são interessantes se pretendermos criar um ambiente mais suave. O uso de cores complementares é um aspecto importante para a beleza na arte e no design gráfico.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Garantir a cor
A forma mais exacta e fiel de garantir a cor de uma imagem, é usar um perfil que foi criado especialmente para um determinado equipamento, papel ou tinta. Exatamente por esses motivos, os “perfis genéricos”, que algumas vezes acompanham os dispositivos de gestão de cores, não garantem a fidelização das cores.
Todos os arquivos em RGB convertidos para CMYK serão convertidos seguindo os padrões pré-estabelecidos por determinados perfis.
Depois é preciso converter a imagem para CMYK seguindo as configurações desse perfil. Isso é feito em Edit > Convert to profile no Photoshop.
Na opção Edit > Color Setting é possível escolher com qual perfil se irá trabalhar para fazer a conversão de cores. Em Working Space >CMYK > Load CMYK escolhe-se qual o perfil desejado.
É importante lembrar que cada trabalho implica num perfil de cores diferente.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Porque o RGB e o CMYK são diferentes?
As diferenças nas cores acontecem porque os valores R, G e B ou C, M, Y e K são medidas de cores relativas e não absolutas, pois dizem respeito ao sistema de cores próprio e único de cada equipamento. O primeiro diz respeito a cores produzidas a partir de luz enquanto o segundo refere cores obtidas por pigmentos. Logo aqui temos um problema a resolver: as cores vistas no ecrã nunca corresponderão exactamente com as cores impressas.
Com a universalização da tecnologia digital e da evolução electrónica, nomeadamente de computadores, impressoras, scanners, máquinas fotográficas digitais, o intercâmbio de arquivos passou a gerar infinitas combinações de sistemas de cores de dispositivos. O resultado é que a relatividade de sistemas de cores RGB ou CMYK tornou-se um problema muito maior.
A diferença entre as cores de dispositivos afeta directamente a qualidade dos trabalhos digitais e a produtividade do profissionais envolvidos com o processamento digital de imagens, uma vez que os acertos nas cores são feitos na base da “tentativa e erro”, consumindo tempo e custos de impressão, muitas vezes sem conseguir atingir a qualidade desejada. Somente com uma boa gestão de cores, poderá haver controlo e uniformidade na aparência de cores.
Voltarei a esta questão em futuros posts.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Ainda sobre o LAB
Os modos de cor são utilizados para descrever as cores numericamente. Existem diferentes métodos de descrever cores numericamente, e um modo de cores determina qual método ou conjunto de números deve ser utilizado para exibir e imprimir uma imagem. Os modos de cores utilizados no Photoshop têm como base os modelos de cores que são úteis para imagens utilizadas na edicção. É possível escolher entre RGB (vermelho, verde e azul), CMYK (ciano, magenta, amarelo e preto); Cores Lab (com base no CIE L*a*b*) e Tons de Cinza. O Photoshop também inclui modos para saídas de cores especializadas, como Cores Indexadas e Duotônico. É possível utilizar o modo Lab para trabalhar com imagens Photo CD, editar a luminescência e os valores de cor em uma imagem de forma independente, mover imagens entre sistemas e imprimir em impressoras PostScript Level 2 e Level 3. As cores Lab correspondem ao modelo de cores intermediário que o Photoshop utiliza ao converter de um modo de cores para outro.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Ao fotografar que espaço de cor escolho?
Estas opcções constam nas máquinas fotográficas SLR e também em algumas Bridge. Normalmente acessiveis atraves de menus, nos campos referentes a "Qualidade de Imagem" e "Espaço de Cor". Ao fotografar em RAW, (um método que bloqueia os ajustes automáticos da máquina e que permite que parametros como a saturação ou o balanço de brancos seja defenido depois na pós produção), não é preciso escolher entre sRGB e Adobe RGB. Isto é irrelevante quando se usa RAW. Durante o processamento das imagens via software você escolherá o Espaço de Cores adequado à destinação das imagens.
Mas se fotografa em JPEG deverá, então, escolher entre sRGB e Adobe RGB.
Qual o Espaço de Cores que deve utilizar? Tudo depende do uso que der às imagens: apresentação ou impressão. O sRGB é ideal para apresentações e uso na WEB, pois apresenta as cores mais coerentes com os dispositivos electrónicos, sendo que também todas as máquinas digitais (desde a gama mais baixa) o suportam. Adobe RGB e ProPhoto destinam-se a produzir imagens para impressão, com o máximo de riqueza de cores.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
O modo de cor LAB
LAB: as cores LAB foram desenvolvidas para serem independentes de qualquer dispositivo. Consistem num componente de luminosidade (L) e dois componentes cromáticos: o componente A (de verde a vermelho) e o componente B (de azul a amarelo). Comparado com o RGB e CMYK, é mais rápido fazer correcções eficientes e o facto da luminosidade ser completamente degradada nos canais A e B faz que seja bem mais sensível a erros. Ainda que o número de valores numéricos possíveis pela cada píxel seja menor em Lab que em RGB ou CMYK, é possível referenciar uma quantidade superior de cores ao todo desde o sistema Lab.O modelo de cor Lab é tridimensional e só pode ser representado adequadamente em um espaço tridimensional.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
O modo de cor HSB
HSB (Hue, Saturation, Bright) em português Matiz, Saturação e Brilho é um sistema de cores baseado nestes três componentes. É a cor refletida de um objeto ou transmitida por meio dele, Saturação - é a intensidade ou pureza da cor, representa a quantidade de cinza em proporção à matiz e vai de 0% a 100% (completamente saturado), Brilho - é a luz ou sombra relativa da cor, normalmente medido como uma percentagem de 0% (preto) a 100% (branco). De salientar que neste modo não pode ser utilizado para edição de imagens apesar de estar disponível.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
O gamut é um dinossauro extinto?
Nada disso! Um gamut é um intervalo de cores que pode ser exibido ou impresso por um sistema de cores. Uma cor que pode ser exibida em RGB pode estar fora do gamut e, portanto, não pode ser impressa, para uma configuração CMYK, como por exemplo as cores fluorescentes, os prateados ou dourados. Em teoria da cor, o gamut de um dispositivo electrónico como uma máquina digital ou um scanner representa a parcela do visível de entre todas as cores que pode ser representada, detectada, ou reproduzida. Quando determinadas cores não podem ser indicadas dentro de um modelo particular da cor, diz-se que estão fora do gamut.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Que cor é o Pantone?
Pantone é uma marca, uma empresa e não uma cor. Consiste numa paleta de cores utilizadas especialmente a indústria gráfica. O sistema Pantone é baseado numa mistura específica de pigmentos para criar novas cores. Permite também que cores especiais sejam impressas, tais como as cores metálicas e fluorescentes.Pode-se dizer que o Pantone é um Tabela com amostras de diversas cores com uma numeração específica que serve de referencia para o impressor identificar a cor e “fazer” a dita cor.É muito utilizada na impressão gráfica para produzir a cor exata, principalmente em logotipos onde a cor é muito importante. Porém a utilização do padrão Pantone é bem mais caro que o CMYK.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Alguma luz sobre o RGB
A abreviatura RGB designa Red, Green, Blue (Vermelho, Verde, Azul) e o modelo de cores com este nome vem das três componentes de luz que são emitidas nos ecrã como televisões e monitores, para criar uma determinada cor. Ao definir uma cor no modelo RGB, são indicadas as suas componentes de vermelho, verde e azul. Se todas as componentes estiverem ausentes (cada componente for emitida com uma intensidade de 0, ou seja, ausência de luz), a cor é um preto puro. Se todas as componentes estiverem completamente presentes (100 por cento de intensidade), a cor é um branco puro. Se uma das componentes estiver completamente presente e as outras duas estiverem ausentes, obtém-se a cor pura respectiva. Existem vários espaços de cores que implementam o modelo RGB e algumas derivações como o SRGB. Este é o espaço de cor assumido pela maioria das máquinas fotográficas por exemplo.
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