quinta-feira, 4 de novembro de 2010

As cores queimam?

Algumas cores transmitem a sensação de calor e outras a sensação de frio.

Azuis, verdes e roxos são designados como cores frias, porque normalmente transmitem a sensação de tranquilidade e recolhimento. São cores associadas por norma à época do inverno, à àgua.

Por outro lado o amarelo, o vermelho e o laranja, são consideradas cores quentes, vibrantes. São cores associadas à época do verão, ao calor, à energia.

Tem tudo a ver com as sensações que nos são transmitidas e interpretadas pelo nosso cérebro.
Contudo o termo frio e quente, não significa, aqui, que as cores gelem as mãos ou nos escaldem, são simplesmente termos usados e relacionados com os nossos sentidos.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Curiosidade histórica


Leonardo da Vinci reuniu anotações para dois livros distintos e os seus escritos foram posteriormente reunidos num só livro intitulado “Tratado da pintura e da paisagem“. Da Vinci afirmou que a cor não era uma propriedade dos objectos, mas da luz.

Escusado será dizer, que nesta altura estas afirmações causaram grande polémica, pois era difícil perceber que os objectos não tinham cor.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O preto e o branco são cores?


Apesar de serem necessários para compor toda a gama de cores, o preto, e o branco não são considerados cores, propriamente. O branco representa a capacidade de refletir todas as cores, ao passo que o preto absorve todas as cores. Já o cinza reflete-as parcialmente. Por essa razão, são chamadas cores neutras, mas, na verdade, representam valores tonais. Uma escala com variações tonais entre o branco e o preto, ou seja, com tons de cinza, recebe o nome de “Escala Acromática."

Posteriormente voltarei a este tema com mais profundidade.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A importância das cores


Pode parecer banal ou simplesmente não paramos para pensar nisto, mas já pensaram o que seria o mundo sem cores?
Deixarmo-nos sensibilizar  para o mundo das cores, seja na contemplação de um pôr-do-sol, ou na simples observação de uma flor, na escolha de uma roupa ou na pintura de um quadro. Nesta rotina diária, onde passamos o dia  a correr de um lado para o outro em função do relógio deixamos de apreciar estas pequenas (grandes) coisas. As coisas mais simples são as mais gartificantes e normalmente estão mesmo ao pé de nós. Isto hoje está poético, é melhor terminar por aqui...
Viva a cor!

O olho humano e a máquina fotográfica


Podemos, dentro de certa medida comparar as máquinas fotográficas com os nossos olhos: as pálpebras correspondem ao obturador, a irís ao diafragma, o cristalino, a córnea às lentes, a retina ao sensor.
Acontece porém que as imagens captadas pelos olhos são depois interpretadas pelo cérebro e estão sujeitas às percepções individuais de cada um.

O fotógrafo por seu lado ao retratar uma situação deve ter em conta as limitações técnicas do seu equipamento, que, por mais sofisticado que seja, está ainda muito longe da complexidade e precisão do olho humano.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Para que serve o fotómetro?




Para que serve o fotómetro?

Para medir a intensidade da luz. As máquinas fotográficas por exemplo, tem um fotómetro interno.  Há dois parâmetros que nos permitem aumentar e diminuir a quantidade de luz que o sensor recebe: a abertura do diafragma, normalmente chamada de f, e o tempo de exposição.
Estes mecanismos variam conforme o modelo e o formato das máquinas, assim como o preço. Embora com o mesmo fim, os fotómetros podem ter precisões e formas de trabalhar também diferentes, sendo que a gama mais baixa se encontra nas máquinas chamadas compactas. Nas máquinas semi-profissionais ou profissionais, reflex, com recurso a ajustes manuais, temos mais controlos, uma maior precisão, evitando assim que a máquina tome decisões por nós.

Dedicarei o próximo post a uma interessante comparção entre a máquina fotográfica e o olho humano.


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Tipos de fotómetros em fotografia - PARTE 1


Os mais tradicionais são os de luz reflectida, que já vem incorporados na maioria das máquinas fotográficas e dão uma ajuda preciosa, embora limitada no modo principalmente automático. Conseguem-se fotografias com uma boa exposição sem que o fotógrafo amador tenha a preocupação de calibrar a máquina para cada tipo de foto.


O grande problema deste tipo de fotómetro é que ele mede a luz que reflete e não a luz que chega ao assunto. Nas fotografias a preto e branco o problema agrava-se pois a luz que volta reflectida numa superfície branca não é a mesma que é reflectida  numa superfície escura e isso baralha a exposição da fotografia, onde os tons claros e os escuros podem se confundir.

domingo, 24 de outubro de 2010

Os cães conhecem as cores?


Actualmente, pesquisas de oftalmologia canina permitem que questões como estas estejam esclarecidas.

Entender como os cães vêem, além de beneficiar treinadores que realizam actividades que exigem atenção visual, traz benefícios ao próprio animal, já que os donos passam a perceber melhor o mundo e a natureza canina.

Uma das grandes curiosidades quando falamos sobre a visão canina, é quanto às cores. Eles vêem as cores como nós?
Segundo os especialistas, os cães vêem menos cores do que o ser humano, mas superam-nos em muito no escuro.
Os cães têm mais bastonetes, que são os receptores de luminosidade, do que cones, que são os receptores de cores, por isso, os cães vêem uma menor quantidade de cores.
O facto de terem uma maior quantidade de receptores de luminosidade permite que tenham uma visão melhor do que a nossa em ambientes sem claridade.

Outra facilidade que os cães têm quanto à visão é a de verem objectos ou pessoas em movimento. Neste aspecto, se o cão se encontra num campo aberto pode ver o seu dono parado a 500 metros de distância, capacidade visual que sobe para 800 metros caso o dono se movimente.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Existe o amarelo pantone, o verde pantone, pantone, violeta?


Bem, de uma forma muito simples quando alguém se refere a cores Pantones, refere-se a um sistemas de cores normalizadas pela empresa Pantone. Estas cores padronizadas estão integradas em aplicações de ilustração e paginação, e são «traduzidas» para visualização em monitores RGB.  
Distinguem-se variantes: Pantone coated, uncoated, metalic, etc. (com verniz, sem verniz, metalizado).
   O sistema Pantone é uma forma de garantir uma impressão a cor 95%  a 100%.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O Gamut de cores

O gamut, ou gráfico de cores, compreende o número de cores visiveis ou abrangidas por determinado espaço de cor. Na imagem em cima podemos distinguir que lugar ocupam dentro do universo das cores visiveis ao olho humano. Constatamos por exemplo que o espaço de cor designado por CMYK, tem um número de cores muito mais limitado que o RGB.